Por um esporte e por um número.
Não lembro em que ano sei que minha paixão era handebol achava lindo e ótimo de jogar. Até o dia em que eu mudei de escola =/ e lá não tinha handebol [aaaaaa] como assim né? Eu chamava a escola de mega limitada por que só tinha de esportes, vôlei para meninas e futsal para meninos. Minha irmã decidiu aprender a jogar vôlei eu nem sabia pra onde ia né ;; e nem fui atrás de aprender. Maaas como todo mundo sabe irmãs mais velhas são inspirações, e eu decidi que ia jogar junto com a minha irmã no outro ano. Triiiste notícia no outro ano minha irmã teria aula até tarde não ia poder jogar =/ mas isso não vem ao caso vamos a parte bonitinha da história. Como em todas as coisas que minha irmã faz, ela se dedica, no vôlei não seria diferente. Ela assistia a todos os jogos de vôlei e eu acabava assistindo também. Nisso conheci minha segunda inspiração dentro do vôlei Sheilla...

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Sheilla Tavares de Castro, mais conhecida como
Sheilla (
Belo Horizonte,
1 de julho de
1983) é uma jogadora
brasileira de
voleibol. Atua como oposto e defende atualmente o time de vôlei do Unilever/Rio de Janeiro.” E o número dela é o 13 a partir do dia que minha admiração por ela tornou se evidente decidi que esse também seria meu número onde quer que eu jogasse. Além da Sheilla encontrei uma terceira inspiração dessa vez vinda da seleção masculina, Gustavo...

Gustavo Endres 2,03 m, meio de rede , ótimo bloqueio e o número dele também era o 13. Já estava mais do que certo que o destino desse número (meus uniformes). Também tive uma quarta inspiração que eu nunca admiti mas aí vai Bia, muito mais nova do que eu meio de rede começou a jogar bem antes de mim mas o talento dela é evidente, sempre foi e o número dela adivinhem ... 15! Mentira também era o 13. Eu queria tudo aquilo que eu acho lindo em cada um deles. Eu queria aquilo em mim! E tinha que começar de algum lugar então comecei pelo número. O talento ainda estou a procura rsrsrs’ Agora existem também aquelas pessoas que não chamei de inspirações logo acima por que essas pessoas foram bem mais do que isso pra mim. E aqui vão elas:
Bosco o coordenador de esportes mega rabugento , ignorante e tudo que vc pode imaginar, mas com um coração enorme, cheio de boas coisas a ensinar, me ajudou muito no esporte até quando eu não podia mais ele estava lá me ajudando.
Kleyson primeiro técnico é uma coisa né? E depois de tanto tempo a relação torna se mais do que treinador atleta e sim uma amizade. Expor toda a minha raiva dele na hora do sangue quente, sair e voltar, e ser recebida de braços abertos foi muito bom obrigada!
Alanna kkkk’ ela nem vai acreditar, vai se sentir por ter seu nome citado como mestre pra mim mas ela é! Ela pode dizer o que for fazer o que for eu sei que ela quer me ajudar (ao contrário de outras pessoas que nós conhecemos), da aula de humildade, paciência, perseverança e vontade Alanna além de inspiração você com certeza é uma mestra pra mim.
Emanuel ele foi o sabotador por “culpa” dele eu quase morri de tristeza no meu ultimo ano de salesiano mas por “culpa” dele , eu to tendo a oportunidade de continuar jogando obrigada também.
Maira pois é né quem um dia me deu medo (ainda dá), quem um dia me fez engolir o choro de raiva, medo, frustração, e tudo é a primeira que me ensinou a jogar vôlei (ainda tá ensinando) e uma das poucas que me cobra que antes de tudo eu jogue feliz. Ser feliz é a melhor coisa do mundo e eu sempre sinto vontade de jogar por que por ela eu me sinto feliz, mesmo que esteja morrendo de medo na quadra sentindo uma pressão das trevas vindo das outras meninas, por ela eu me sinto feliz por que eu sei que depois vai estar tudo bem. E tenho a certeza de que estou fazendo algo que eu gosto, e mais que esse semestre não é uma despedida =X. Ao número 13 que me fez iniciar essa história linda, ao vôlei que a cada dia me faz pensar em mais dedicação e a Alanna por que ela é bonita demais.